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    Produtora é encontrada morta em Porto Seguro e ex-companheiro morre após publicar vídeos negando feminicídio

    Rodolpho BohrerRodolpho Bohrer12 de abril de 2026
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    Produtora é encontrada morta em Porto Seguro e ex-companheiro morre após publicar vídeos negando crime
    Crédito: reprodução/redes sociais
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    A morte da produtora de eventos Juliana Guaraldi, de 39 anos, encontrada sem vida dentro de casa em Arraial d’Ajuda, distrito de Porto Seguro, no sul da Bahia, nesse fim de semana, abriu uma investigação policial que ganhou novos desdobramentos após a morte de seu ex-companheiro dois dias depois.

    Juliana foi localizada na manhã da última sexta-feira (10), na residência onde vivia, na Rua do Ipê, no bairro Mangabeira. De acordo com informações divulgadas por veículos locais, o corpo apresentava sinais de violência e estrangulamento e já estava em avançado estado de decomposição.

    Investigação inicial e suspeita

    Diante das circunstâncias, a Polícia Civil iniciou a apuração tratando o caso, inicialmente, como suspeita de feminicídio, embora essa classificação ainda não tenha sido oficialmente confirmada pelas autoridades.

    Equipes da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) estiveram no local e realizaram os primeiros procedimentos periciais. Durante a investigação, foi encontrado na residência um documento em nome de um homem de 41 anos, identificado como Daniel Carlos Sobreira de Souza, ex-companheiro da vítima, também conhecido como DJ Danka.

    A partir desse elemento, ele passou a ser considerado um dos principais suspeitos no caso.

    Além dos indícios iniciais, relatos de moradores sobre desentendimentos frequentes entre o casal também passaram a integrar a linha de investigação.

    Vídeos e negação do suspeito

    Horas após a divulgação do caso, na madrugada de sábado (11), Daniel Carlos Sobreira de Souza publicou vídeos nas redes sociais negando qualquer participação no ocorrido.

    Nas gravações, ele afirmou não estar na cidade no momento dos fatos.

    “Eu não estava presente no fato […] não estava em Arraial d’Ajuda, já estava aqui em Goiânia. Tenho mensagens, tenho comprovações”, disse.

    Em outro trecho, comentou sobre o fim do relacionamento e divergências envolvendo atividades profissionais em comum.

    “A gente já estava separado […] o ponto que nós estávamos discordando era a forma de lidar com a empresa.”

    O DJ também afirmou estar sendo alvo de acusações nas redes sociais.

    “Já estou recebendo um monte de discurso de ódio […] sendo questionado como se eu estivesse escondendo algo.”

    Novo desdobramento: morte do ex-companheiro

    Na madrugada de domingo (12), Daniel foi encontrado morto. As circunstâncias da morte ainda não foram oficialmente detalhadas pelas autoridades.

    Informações preliminares indicam que ele enfrentava problemas pessoais, incluindo questões emocionais e financeiras. Até o momento, não há confirmação oficial de ligação direta entre a morte dele e o caso de Juliana.

    Quem eram os envolvidos

    Juliana Guaraldi atuava como produtora de eventos e era conhecida na região de Porto Seguro, especialmente em Arraial d’Ajuda e Trancoso, onde o setor de eventos movimenta parte significativa da economia local.

    Daniel, conhecido como DJ Danka, também tinha atuação no mesmo segmento, com participação em eventos de maior porte, incluindo produções voltadas ao turismo de alto padrão.

    Caso segue em investigação

    A Polícia Civil segue investigando o caso e aguarda a conclusão de laudos periciais para esclarecer as circunstâncias da morte de Juliana e eventuais responsabilidades.

    A análise técnica deve indicar a causa da morte, o intervalo temporal e possíveis elementos que ajudem a reconstruir o que ocorreu dentro da residência.

    Em relação à morte de Daniel, as autoridades ainda não confirmaram se há conexão direta entre os dois casos. A apuração segue em andamento.

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